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O DNA de Guerreiros do Tricolor


    Um clube centenário com alma moderna

Fundado em 1902, o Fluminense é sinónimo de tradição, técnica e paixão. Mas em 2025, o “Time de Guerreiros” prova ser também sinónimo de tática, adaptação e ambição. Campeão da Libertadores 2023, o Flu não veio aos EUA a passeio — veio fazer história.


   Identidade Tática

Sob o comando de Renato Gaúcho, o Flu atua num sistema mutável entre o 4-2-3-1 e o 4-3-3. A construção começa por André, que dita o ritmo no meio, enquanto Arias e Cano exploram espaços entrelinhas. Com bola, o time gira, atrai pressão e acelera pelos flancos.

A defesa, liderada por Thiago Silva, é experiente e segura. Mesmo com a ausência de Martinelli, o Flu soube adaptar-se com disciplina tática e inteligência emocional — característica típica dos clubes sul-americanos em cenários adversos.


    O Caminho no Mundial

  • Fase de grupos: Empates com Dortmund e Sundowns, vitória sobre Ulsan Hyundai.
  • Oitavos: Vitória sobre a Inter de Milão (2–0).
  • Quartos: Superou o Al-Hilal por 2–1 com personalidade.

    Destaques Individuais

  • Thiago Silva: O cérebro defensivo. Coordena a última linha e orienta os mais jovens.
  • Germán Cano: Letal nas pequenas áreas. Decide com uma chance.
  • Jhon Arias: Mobilidade, criatividade e visão de jogo.
  • André: Pivô tático. Intercepta, cria e define o tempo de jogo.

O Fluminense entra para o jogo com o Chelsea carregando mais que uma bola nos pés — leva consigo a alma de um povo, a mística de Laranjeiras e a resiliência carioca. O Tricolor é técnico, mas também operário. E, por isso, ninguém ousa subestimá-lo nesta reta final do Mundial.

Duelo Europa vs América do Sul

Texto por: Redação Efeito Trivela | Fontes: Transfermarkt, Al Jazeera


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